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🖋️ CRÔNICAS DO BEZERRITO

Pra Não Deixar o Samba Morrer

Em Barro, quando muitos cruzaram os braços, ele arregaçou as mangas.

Foi assim entre 2001 e 2004, quando o cenário político virou de cabeça para baixo e o grupo derrotado preferiu o silêncio. Naquele tempo difícil, enquanto alguns recolhiam bandeiras, o Professor Bezerra colocou a voz à disposição do povo.

O tempo passou.

Veio 2025. Veio novamente a tentação da sombra do poder. Veio o convite da zona de conforto. E, mais uma vez, ele escolheu o caminho mais espinhoso: ficar ao lado da população.

Quando a maioria se acomodou, ele incomodou.

Hoje, em Barro, é uma das vozes mais combativas — ainda que muitas vezes escanteado pelo monopólio da comunicação radiofônica local. Não se curva a conchavos, não se rende a acordos de bastidor.

Determinado. Corajoso. Incômodo.

Porque, no fundo, sua luta é simples: que os serviços públicos funcionem e que o povo seja respeitado.

E talvez seja justamente por isso que, em Barro, o samba ainda não morreu.

— Bezerrito

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