Home / Política / Vice-governadora Jade Romero retorna ao PT após 13 anos

Vice-governadora Jade Romero retorna ao PT após 13 anos

Jade deixa MDB. Ela também já foi exonerada do cargo de Secretária de Proteção Social, mas ainda não informou se vai concorrer a algum cargo.

vice-governadora do Ceará Jade Romero anunciou nesta quinta-feira (2) sua saída do MDB (Movimento Democrático Brasileiro) e retorno ao PT (Partido dos Trabalhadores) após mais de 13 anos. Na semana passada, Jade anunciou que ingressaria na federação União Progressista, o que não ocorreu.

O anúncio de retorno ao PT foi feito nas redes sociais, onde publicou foto ao lado de Evandro Leitão, prefeito de Fortaleza, do governador Elmano de Freitas e de Camilo Santana, ex-ministro da Educação.

“Informo com muita alegria, após treze anos, o meu retorno ao Partido dos Trabalhadores e Trabalhadoras. Acolhi o convite dos nossos líderes Lula, Elmano, Camilo e Evandro para fortalecermos a luta pelo que sonhamos: a construção de uma sociedade mais justa”, escreveu Romero.

Jade também já foi exonerada do cargo de Secretária de Proteção Social, mas ainda não informou se vai concorrer a algum cargo.

Jade Afonso Romero é graduada em Gestão Pública pela Universidade de Fortaleza (Unifor), especialista em Políticas Públicas pela UGF e mestranda em Administração Pública pela Universidade de Lisboa.

Ela foi secretária-executiva do Esporte do Governo do Ceará na gestão Camilo Santana, secretária de Participação Popular de Fortaleza, e já representou o Brasil na cúpula jovem dos Brics.

Desincompatibilização eleitoral

De acordo com a legislação eleitoral, pessoas que exercem cargos na administração pública e querem concorrer a um mandato eletivo nas eleições de 2026 precisam deixar seus cargos até o dia 4 de abril. Essa regra é chamada de desincompatibilização eleitoral.

Até o momento, 14 secretários ou superintendentes, deixaram o governo Elmano. Além deles, outros oito membros do governo que exerciam cargos de confiança, como secretários-executivos ou assessor especial, também foram exonerados de seus postos.

Alguns deles exercem cargos de deputados estaduais ou federais e estavam licenciados dos seus mandatos para serem secretários, como o deputado federal Eduardo Bismarck e a deputada estadual Lia Gomes. Ao renunciar ao secretariado, eles voltam a exercer seus mandatos.

Embora os secretários de saída não tenham anunciado se vão se candidatar ou a que cargos devem concorrer, o movimento de deixar seus cargos indica que eles ou têm planos próprios de concorrer ou estão se colocando à disposição dos seus partidos para se dedicar à campanha eleitoral.

Deixe um Comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *