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Deputados aprovam criação de 200 cargos para novo concurso da Alece

Certame, que deve ter edital publicado em breve, irá ofertar ao todo 600 vagas, entre imediatas e cadastro reserva, para nível superior e médio

A Assembleia Legislativa do Ceará (Alece) aprovou nesta quinta-feira (14) a criação de 200 novos cargos para o concurso público de 2026. O certame vai incluir, entre as vagas imediatas, 170 para Analista Legislativo, cargo de nível superior, e 30 para Técnico Legislativo, cargo de nível médio. Também são previstas 400 vagas no cadastro reserva, distribuídas entre 340 para Analista Legislativo e 60 para Técnico Legislativo.

O novo concurso será o primeiro da Alece a implantar as cotas raciais, conforme aprovado pela Casa no início de maio. Será feita a reserva de 30% das vagas disponíveis, divididas entre pretos e pardos (25%), indígenas (3%) e quilombolas (2%).

O presidente da Alece, deputado Romeu Aldigueri (PSB), afirmou nessa quarta-feira (13) que o edital do concurso deve ser publicado em breve. “O edital deve estar saindo na praça com a aprovação do plenário. A você, estudante que tem nível médio, e que tem curso superior, a Assembleia está oxigenando a sua capacidade de trabalho. Estamos abrindo o maior concurso público da história. Então, estudem, porque a primeira oportunidade está chegando”, falou Romeu Aldigueri.

Na última quarta, a Mesa Diretora da Alece já havia aprovado o projeto de lei 327/26, que trata da criação dos novos cargos. Hoje, a aprovação ocorreu no Plenário 13 de Maio.

A matéria altera a lei n.º 17.091, de novembro de 2019, e atualiza o Plano de Cargos, Carreira e Remuneração (PCCR) da Assembleia. A proposta adequa a carreira de Administração Legislativa às novas demandas institucionais da Casa e mantém a estrutura atual da carreira.

O projeto também atualiza os requisitos e atribuições das especialidades, incluindo áreas ligadas à transformação digital, governança pública, análise de dados, desenvolvimento de software, comunicação e planejamento institucional.

Segundo a justificativa da matéria, a ideia é atender ao aumento das atividades da Assembleia nas áreas de fiscalização, transparência, controle externo e modernização administrativa. Para técnico legislativo, será exigido ensino médio completo, enquanto os cargos de analista exigirão formação superior específica e, quando necessário, registro em conselho profissional.

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